Esse era um tokusatsu meio incomum de se ver. Invés de um japonês com roupas escabrosas e cabelão doido que com uma série de poses vestia uma armadura de combate que o deixava parecido com um Robocop das galáxias, a protagonista era uma colegial que se transformava em super-heroína e combatia uns monstros meio esquisitos que apareciam na sua vizinhança.
Tokusatsus e esquisitices sempre andaram de mãos dadas, mas em Patrine a coisa meio que ia além dos limites. As situações em que a garota se metia eram tão surreais que eu só posso imaginar que o roteirista injetava LSD direto no cérebro antes de escrever os episódios. Para completar o espetáculo, as atuações dos atores eram extremamente canastronas, os efeitos especiais hilários e as coreografias de luta... bom... não tinha coreografia de luta. Com certeza não escolheram Yuko Hanashima, a atriz que encarnava a Patrine, pelas suas habilidades marciais. Ô menina estabanada!











